ROTEIRO PARA PREPARAÇÃO DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO E TESE DE DOUTORADO
Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Nova Ortografia Brasileira - Saiba Tudo sobre as mudanças na nossa Escrita apartir de 1º de janeiro

Quem disse que o nosso presidente, Lula, não se importa com a gramática?
Dia 1º desse mês entrou em vigor a lei que ele sancionou que faz várias modificações na nossa já complicada ortografia.
Isso fez parte de um acordo entre os países que tem a língua portuguesa como oficial. A mudança já está valendo.
Baixe as novas regras e aprenda logo a usá-las para não fazer feio por aí.
Guia Prático da Nova Ortografia - Michaelis

Saiba o que mudou na ortografia brasileira
Esse Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não afetando nenhum aspecto da língua falada. Ele não elimina todas as diferenças ortográficas observadas Guia Reforma Ortografica nos países que têm a língua portuguesa como idioma oficial, mas é um passo em direção à pretendida unificação ortográfica desses países. Como o documento oficial do Acordo não é claro em vários aspectos, elaboramos um roteiro com o que
foi possível estabelecer objetivamente sobre as novas regras. Esperamos que este guia sirva de orientação básica para aqueles que desejam resolver
rapidamente suas dúvidas sobre as mudanças introduzidas na ortografia brasileira, sem preocupação com questões teóricas.

+ de 400 Trabalhos Escolares Prontos
Aprender a Estudar - Um Guia Para o Sucesso Na Escola
“Os alunos não sabem estudar!”— ouve-se, com frequência, nas nossas escolas. Mostra a experiência que muitos estudantes, apesar da sua capacidade e do seu esforço, acabam por ter insucesso, pois trabalham sem método ou com métodos inadequados.Como qualquer outra actividade humana, o estudo exige o domínio de técnicas especificas. Sem elas, o esforço é ineficaz. Daí a necessidade de aprender a estudar…
Criando e Formatando um E-book
Regras gerais para as citações - Notas de Rodapé
As citações devem se fazer acompanhar, sempre, das respectivas referências, ou seja, é indispensável mencionar os dados necessários à identificação da fonte da citação. Estes dados podem aparecer no texto, em nota de rodapé ou em lista no fim do texto.
Todos os elementos componentes de uma obra a ser citada devem ser retirados da folha de rosto da referida obra.
A primeira citação de uma obra deve ter sua referência bibliográfica completa, como indica a NBR 6023/2002. As subseqüentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada, desde que não haja referências intercaladas de outras obras do mesmo autor. Nesses casos de referências subseqüentes, podem ser adotadas as expressões latinas:
a) apud (citado por);
b) Ibidem ou Ibid. (na mesma obra);
c) Idem ou Id. (igual à anterior);
d) opus citatum, opere citato ou op. cit. (obra citada);
e) passim (aqui e ali, em diversas passagens);
f) loco citato ou loc. cit. (no lugar citado);
g) Cf. (confira, confronte);
h) sequentia ou et seq. (seguinte ou que se segue). Por exemplo: quando a alusão a um texto se prolonga por várias das suas páginas sucessivas, em alternativa a p. 5-9 pode usar-se p. 5 et seq.
As expressões latinas mencionadas devem ser utilizadas somente em notas.
A expressão apud é a única que também pode ser usada no texto.
As expressões idem, ibidem e op. cit. somente poderão ser utilizadas na mesma página ou folha da citação a que se referem.
Quando se tratar de dados obtidos por informação oral (palestras, debates, comunicações, etc.), indicar entre parênteses a expressão “informação verbal”, mencionando-se os dados disponíveis, somente em nota de rodapé.
Exemplo: Barretto informa que os mínimos universais são aqueles valores, determinados pela razão humana - e por essa razão universais - a que se chegam através de um diálogo entre seres livres (informação verbal).
Na citação de trabalhos em fase de elaboração, deve ser mencionado o fato, indicando-se os dados disponíveis, somente em notas de rodapé.
Exemplo: Transfusão de sangue em Testemunhas de Jeová: tradução ético-jurídica, de autoria de Sílvia Mota, a ser editado pela Lumen Juris, 2004 (em fase de elaboração).
Para enfatizar trechos da citação, deve-se destacá-los indicando esta alteração com a expressão grifo nosso entre parênteses, após a idealização da citação.
Exemplo: [...] para que não tenha lugar a producção de degenerados, quer physics quer moraes, misérias, verdadeiras ameaças à sociedade (grifo nosso).
Caso o destaque seja do autor consultado, usa-se a expressão grifo do autor entre parênteses, após a idealização da citação.
Para destacar erros ou incoerências contidas no original, utiliza-se a expressão sic entre colchetes.
Exemplo: Lê-se nos autos de inquérito policial: “[...] quando o ladrão pulou a serca [sic], logo os policiais o prenderam.”
A numeração das notas de rodapé é feita em algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para todo o capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página.
CITAÇÕES
As citações de mais de um autor serão feitas com a indicação do sobrenome dos dois autores separados pelo símbolo &, conforme o exemplo: Siqueland & Delucia (1990, p. 30) afirmam que “o método da solução dos problemas na avaliação ensino- aprendizagem apontam para um desenvolvimento cognitivo na criança”.
Quando a citação ultrapassar três linhas, deve ser separada com um recuo de parágrafo de 4,0 cm, em espaço simples no texto, com fonte menor.
No momento da citação, transcreve-se fielmente o texto tal como ele se apresenta, e quando for usado o negrito para uma palavra ou frase para chamar atenção na parte citada usar a expressão em entre parênteses (grifo nosso). Caso o destaque já faça parte do texto citado usar a expressão entre parênteses: (grifo do autor).
A citação indireta, denominada de conceitual, reproduz idéias da fonte consultada, sem, no entanto, transcrever o texto. É “uma transcrição livre do texto do autor consultado” (ABNT, 2001, p. 2). Esse tipo de citação pode ser apresentado por meio de paráfrase quando alguém expressa a idéia de um dado autor ou de uma determinada fonte A paráfrase, quando fiel à fonte, é geralmente preferível a uma longa citação textual, mas deve, porém, ser feita de forma que fique bem clara a autoria.
Citação de citação
A citação de citação deve ser indicada pelo sobrenome do autor seguido da expressão latina apud (junto a) e do sobrenome da obra consultada, em minúsculas, conforme o exemplo Freire apud Saviani (1998, p. 30).
Como elaborar um Relatório Técnico-Científico (RTC)

Tutorial passo a passo para elaborar um Relatório Técnico-Científico (RTC), aborda conceito, estrutura, e demais detalhes.
Clique aqui ou na figura para conferir.
Os dez mandamentos para a boa redação em trabalhos científicos
Palavra nova formada no seio da língua ou importada de língua estrangeira.
Emprego da palavra ou frase estrangeira.
Não se pode esquecer de que a monografia deve primar pela clareza. E, como a escolha lexicaldá uma identidade ao texto, deve se fazer uso das palavras de que se tenha absoluta certeza da grafia e do significado. Além do mais, a redação produzida é avaliada conforme a identificação, a proximidade com a norma culta da língua.
As palavras escolhidas pelo autor para a construção do trabalho.
Elimine as gírias e as expressões não dicionarizadas ao léxico português. Não invente palavras novas. Habitue-se a conferir a forma e o significado das palavras que não lhe sejam familiares em um dicionário.
Evite o estrangeirismo. Prefira sempre um termo equivalente em português; exceto aqueles já admitidos na linguagem jurídica. Caso se veja obrigado a usar palavras desse tipo, não esqueça de colocá-las com aspas e em itálico.
2º. NÃO UTILIZAR O TEXTO PARA PROPAGAÇÃO DE DOUTRINAS RELIGIOSAS, FILOSÓFICAS OU POLÍTICAS
O texto do relatório final não deve ser pretexto para nada. E, como um texto dissertativo também caracteriza-se por um raciocínio lógico, a monografia só deve declarar e concluir o que ela própria encaminha como possível de ser dito, coerentemente com a construção do argumento. Assim, é defeso explicar o que não se conhece bem por meio de dogmas religiosos ou preceitos políticos e filosóficos que, necessariamente, não se encaixem com propriedade na análise.
3º. NÃO ANALISAR O TEMA PROPOSTO MOVIDO POR EXAGERADA EMOÇÃO
O que significa dizer que a adjetivação deve ser usada com parcimônia. O excesso de adjetivos somente remete a uma mera opinião, a uma abordagem subjetiva do tema que, na maioria das vezes, traz dificuldades de compreensão ao leitor. Para evitar tais exageros, atente para:
Os pronomes indefinidos, tais como: todo, tudo, nada, algum, nenhum, certos, etc. são palavras, como o próprio nome diz, de sentido indefinido. Uma monografia com muitas palavras desse tipo revela falta de precisão na abordagem do tema. Sendo assim, os pronomes indefinidos devem ser usados com especial atenção e, na medida do possível, serem substituídos por palavras de sentido exato, preciso.
Igual sorte persegue os pronomes demonstrativos: este, esse, aquele, etc., só funcionam em texto quando realmente substituem imediatamente um nome. Assim, evite começar parágrafo com a palavra “aquele”, por exemplo, para não obrigar o leitor a buscar em passagens anteriores do texto o significado do que pretende veicular com o demonstrativo.
4º. NÃO FAZER USO DE ABREVIAÇÕES
Escreva as palavras por extenso. Nunca use “c/” para substituir “com”; “tb” em lugar de “também”, “p/ex.” para “por exemplo”; e assim por diante. Também evite, apesar de correto, usar as abreviaturas para designar as medidas de tempo, distância ou peso. Ao designar legislação codificada o faça primeiramente por extenso, para depois utilizá-la abreviada. Por exemplo: Código Civil Brasileiro – CCB. No entanto, já é praxe na linguagem escrita designarem-se séculos com algarismos romanos maiúsculos e anos e décadas com arábicos. Nas demais situações, prefira sempre a forma nominal dos numerais aos algarismos.
5º NÃO REPETIR VÁRIAS VEZES A MESMA PALAVRA
Preferencialmente, não repita a mesma palavra, em seqüência, em nenhum momento da monografia, e não a repita, sob nenhuma hipótese, em um mesmo parágrafo. Entretanto, é claro que as palavras que generalizam a idéia do tema deverão aparecer em todos os momentos do texto.
6º. NÃO INTRODUZIR NO TEXTO IDÉIAS VAGAS, OBSCURAS E INDEFINIDAS
Todo o tema deve ser trabalhado, estruturado, a partir da soma de declarações e justificativas do autor. Então, procure valer-se apenas de argumentos que realmente lhe possibilitem analisar o tema. Isto é, introduza e discuta em seu texto apenas idéias que de fato possa discutir, analisar. Não é uma atitude ética reproduzir no texto declarações sobre as quais não se esteja bem informado ou que não se tenha claro entendimento.
7º. NÃO FUGIR DA DELIMITAÇÃO DO TEMA
Na monografia o autor deverá redigir um texto que se caracterize pela exposição e justificação de idéias a respeito de um assunto delimitado. Portanto, não dê mais importância ao exemplo do que à análise do tema que ele cumpre a função de meramente ilustrar.
8º. NÃO VIOLAR, SE POSSÍVEL, O LIMITE MÍNIMO DE LAUDAS ESTABELECIDO PELA FACULDADE, PARA O RELATÓRIO FINAL DA MONOGRAFIA
Na melhor das hipóteses, escrever menos laudas que o limite mínimo solicitado pela faculdade é uma desobediência aos aspectos formais estabelecidos como critério de avaliação do Regimento das Monografias. Portanto, conforme a interpretação dessa desobediência, o orientando poderá ter ou não a sua monografia desvalorizada.
9º. SEGUIR DISCIPLINADAMENTE O ORIENTADOR
Se a pesquisa pode ser, metaforicamente, representada pela travessia de um rio, a nado, pelo pesquisador; o treinador do nadador seria o orientador. Portanto, seguir as suas recomendações é vital para uma travessia segura e exitosa.
10º. FAZER UMA REVISÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL MINUCIOSA DO TEXTO FINAL
Caso não se tenha segurança suficiente sobre a parte ortográfica e gramatical aplicada, entregue o trabalho aos cuidados de um especialista. Apesar de dispendioso, evitará constrangimentos perante à banca.
Aprenda a fazer resumo
Aprenda a fazer uma resenha
A resenha crítica consiste na leitura, resumo e comentário crítico de um livro ou texto. Para a elaboração do comentário crítico, utilizam-se opiniões de diversos autores da comunidade científica em relação as defendidas pelo autor e se estabelece todo tipo de comparação com os enfoques, métodos de investigação e formas de exposição .
A resenha crítica apresenta as seguintes exigências:
1. Conhecimento completo da obra, não deve se limitar à leitura do índice, prefácio e de um ou outro capítulo.
2. Competência na matéria exposta no livro, bem como a respeito do método empregado.
3. Capacidade de juízo crítico para distinguir claramente o essencial do supérfluo.
4. Independência de juízo; o que importa não é saber se as conclusões do autor coincidem com as nossas opiniões, mas se foram deduzidas corretamente.
5. Correção e urbanidade; respeitando sempre a pessoa do autor e suas intenções.
6. Fidelidade ao pensamento do autor, não falsificando suas opiniões, mas assimilando com exatidão suas idéias, para examinar cuidadosamente e com acerto sua posição.
ESTRUTURA
Capa
Sumário
1- Introdução
2- Descrição do Assunto
3- Apreciação Crítica
4- Considerações Finais
5- Referências Bibliográficas
6- Anexos
Apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com as normas ABNT
Pré-textuais:
Capa (obrigatório): nome do autor; título; subtítulo (se houver); número de volumes (quando houver mais de um); local da instituição onde será apresentado; ano de entrega. Folha de rosto (obrigatório): Anverso: a) nome do autor; b) título (deve ser claro, preciso e identificar o conteúdo do trabalho); c) subtítulo (se houver, deve evidenciar sua subordinação, através do sinal de dois pontos; d) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada respectiva folha de rosto; e) natureza (dissetação, tese e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição a que é submetido, área de concentração; f) nome do orientador e, se houver, do co-orientador; g) local da instituição e h) ano da entrega. Verso: Deve conter apenas a ficha catalográfica. Errata (opcional): deve ser logo em seguida da folha de rosto, se houver erro e, encartada ou avulsa acrescida ao trabalho depois de impresso. Ex.:
ERRATA
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
32
3
publiação
publicação Folha de aprovação (obrigatório): contém autor, título e subtítulo se houver, local e data de aprovação, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora. Dedicatória (opcional): o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho.Agradecimentos (opcional): àqueles que contribuíram de maneira relevante, ou mesmo instituições de fomento (Fapesp, Capes, CNPq etc.) Epígrafe (opcional): o Elemento opcional, traz a citação de um pensamento, que de certa forma serviu de base ao trabalho, seguida de seu autor. Resumo na língua vernácula (obrigatório): deve ser um texto claro e conciso, não apenas tópicos. Precisa ser objetivo para não passar de 500 palavras no máximo. E, logo em seguida, apresentar as palavras mais representativas do conteúdo do texto, ou seja as palavras-chave. Resumo em língua estrangeira (obrigatório): idêntico ao ítem anterior, apenas em língua estrangeira. Sumário (obrigatório): consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma seqüência em que aparecem. Não tem o mesmo objetivo do índice. Lista de ilustrações (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto. Recomenda-se uma lista para cada tipo de ilustração. Ex.: (quadros, gráficos, plantas etc.) Lista de abreviaturas e siglas (opcional): relação em ordem alfabética, seguida das palavras ou expressões correspondes grafadas por extenso. Recomenda-se uma lista para cada tipo. Lista de símbolos (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto, com seu devido significado.
Textuais
Introdução: deve constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e demais elementos necessários para situar o tema. Desenvolvimento: parte principal, contém a exposição ordenada e pormenorizada do assuntos, divide-se em seções e subseções. Varia em função da abordagem do tema e método. Conclusão: parte final, apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.
Pós-textuais
Referências (obrigatório): conjunto padronizado de informações retiradas do material informacional consultado. Apêndice (opcional): texto utilizado quando o autor pretende complementar sua argumentação. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:APÊNDICE A - Avaliação de células totais aos quatro dias de evolução Anexo (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor para comprovar ou ilustrar. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células Glossário (opcional): lista alfabética de expressões técnicas de uso restrito, utilizadas no texto e suas respectivas definições.
Formas de Apresentação
Formato: papel em branco, formato A4 (21,0 cm X 29,7 cm), digitados no anverso da folha. Recomenda-se a fonte tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé.Margem: esquerda e superior de 3,0 cm e direita e inferior de 2,0 cm. Espacejamento: todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas. As citações longas, as notas, as referências e os resumos devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por uma entrelinha dupla ou dois espaços simples. Notas de rodapé: digitadas dentro da margem, ficam separadas com espaço simples de entrelinhas e um filete de 3,0 cm a partir da margem esquerda. Indicativo de seção: o indicativo numérico precede seu título, alinhado à esquerda, somente com o espaço de um caractere. Para os títulos sem indicação numérica, ficam centralizados. Paginação: a numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior da folham a 2,0 cm da borda superior, ficando o último algarismo da borda direita da folha. Se o trabalho tiver mais de um volume a seqüência deve ser mantida no volume seguinte, a partir do texto principal. Numeração progressiva: é utilizada para destacar o conteúdo do trabalho. Pode-se usar demais recursos existentes, como caixa alta, negrito etc. Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte. Abreviaturas e siglas: quando aparecem pela primeira vez, deve-se colocar por extenso e a sigla entre parênteses. Equações e fórmulas: aparecem destacadas no texto, de forma a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte por exemplo, expoentes, índices etc. Quando destacadas devem ser centralizadas. Quando fragmentadas, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão. Ilustrações: Figuras: elementos autônomos que explicam ou complementam o texto. Qualquer que seja seu tipo (gráfico, planta, fotografia etc.) deve ter sua identificação como "Figura" seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. A legenda deve ser breve e clara. Tabelas: de caráter demonstrativo, apresentam informações tratadas estatisticamente. O título aparece na parte superior, precedido da palavra "Tabela" seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. Para tabelas reproduzidas, é necessário a autorização do autor, mas não é preciso esta menção. Se não couber em uma única folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitada por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na nova folha. As separações horizontais e verticais para divisão dos títulos das colunas e para fechá-las na parte inferior, evitando separação entre linhas e colunas. Para os dois casos, sua inserção deve estar próxima ao texto respectivo.
Referência
NBR 14724:2001 Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação






